Os visitantes encontram livros diversos destinados aos diferentes públicos, desde os livros para as crianças do Pré-escolar até às obras para os adultos, passando pelos livros de literatura infantil e juvenil. Além dos livros, estão em exposição igualmente jogos didáticos.
quarta-feira, 26 de novembro de 2025
Feira do Livro do Natal na Escola Básica Prof. Joaquim Moreira
A Escola Básica Prof. Joaquim Moreira acolhe hoje e manhã a Feira do Livro do Natal. Este evento cultural é organizado pela Biblioteca Escolar do Agrupamento em parceria com a Papelaria Livraria Sagres e o Município de Alcoutim e visa promover o livro e a leitura. A Feira decorre entre as 10 e as 16:30.
terça-feira, 25 de novembro de 2025
Feira do Livro do Natal em Alcoutim
A Feira do Livro do Natal realiza-se hoje na vila de Alcoutim, junto à Casa dos Condes, entre as 10 e as 16:30. Trata-se de uma atividade de promoção do livro e da leitura. Organizada pela Biblioteca Escolar do Agrupamento de Escolas de Alcoutim em parceria com a Papelaria Livraria Sagres e o Município de Alcoutim, esta atividade foi visitada pelas turmas do 1.º Ciclo da Escola Básica Integrada de Alcoutim, além da comunidade local.
segunda-feira, 17 de novembro de 2025
Se os tubarões fossem homens de Bertold Brecht
A propósito das visitas que as turmas do nosso Agrupamento estão a fazer ao Oceanário de Lisboa para participarem na atividade «Dormindo com os tubarões», partilhamos o seguinte conto do autor alemão Bertold Brecht:
Se os tubarões fossem homens, perguntou a filha de sua senhoria ao senhor K., seriam eles mais amáveis para com os peixinhos?
Certamente, respondeu o Sr. K. Se os tubarões fossem homens, construiriam no mar grandes gaiolas para os peixes pequenos, com todo tipo de alimento, tanto animal quanto vegetal. Cuidariam para que as gaiolas tivessem sempre água fresca e adotariam todas as medidas sanitárias adequadas. Se, por exemplo, um peixinho ferisse a barbatana, ser-lhe-ia imediatamente aplicado um curativo para que não morresse antes do tempo.
Para que os peixinhos não ficassem melancólicos haveria grandes festas aquáticas de vez em quando, pois os peixinhos alegres têm melhor sabor do que os tristes. Naturalmente haveria também escolas nas gaiolas. Nessas escolas os peixinhos aprenderiam como nadar alegremente em direção à goela dos tubarões. Precisariam saber geografia, por exemplo, para localizar os grandes tubarões que vagueiam descansadamente pelo mar.
O mais importante seria, naturalmente, a formação moral dos peixinhos. Eles seriam informados de que nada existe de mais belo e mais sublime do que um peixinho que se sacrifica contente, e que todos deveriam crer nos tubarões, sobretudo quando dissessem que cuidam de sua felicidade futura. Os peixinhos saberiam que este futuro só estaria assegurado se estudassem docilmente. Acima de tudo, os peixinhos deveriam rejeitar toda tendência baixa, materialista, egoísta e marxista, e denunciar imediatamente aos tubarões aqueles que apresentassem tais tendências.
Se os tubarões fossem homens, naturalmente fariam guerras entre si, para conquistar gaiolas e peixinhos estrangeiros. Nessas guerras eles fariam lutar os seus peixinhos, e lhes ensinariam que há uma enorme diferença entre eles e os peixinhos dos outros tubarões. Os peixinhos, proclamariam, são notoriamente mudos, mas silenciam em línguas diferentes, e por isso não se podem entender entre si. Cada peixinho que matasse alguns outros na guerra, os inimigos que silenciam em outra língua, seria condecorado com uma pequena medalha de sargaço e receberia uma comenda de herói.
Se os tubarões fossem homens também haveria arte entre eles, naturalmente. Haveria belos quadros, representando os dentes dos tubarões em cores magníficas, e as suas goelas como jardins onde se brinca deliciosamente. Os teatros do fundo do mar mostrariam valorosos peixinhos a nadarem com entusiasmo rumo às gargantas dos tubarões. E a música seria tão bela que, sob os seus acordes, todos os peixinhos, como orquestra afinada, a sonhar, embalados nos pensamentos mais sublimes, precipitar-se-iam nas goelas dos tubarões.
Também não faltaria uma religião, se os tubarões fossem homens. Ela ensinaria que a verdadeira vida dos peixinhos começa no paraíso, ou seja, na barriga dos tubarões.
Se os tubarões fossem homens também acabaria a ideia de que todos os peixinhos são iguais entre si. Alguns deles se tornariam funcionários e seriam colocados acima dos outros. Aqueles ligeiramente maiores até poderiam comer os menores. Isso seria agradável para os tubarões, pois eles, mais frequentemente, teriam bocados maiores para comer. E os peixinhos maiores detentores de cargos, cuidariam da ordem interna entre os peixinhos, tornando-se professores, oficiais, polícias, construtores de gaiolas, etc.
Em suma, se os tubarões fossem homens haveria uma civilização no mar.
Este conto é uma crítica às sociedades.
quinta-feira, 13 de novembro de 2025
Feira do Livro do Natal em Martim Longo
As Bibliotecas Escolares do nosso Agrupamento em parceria com a Papelaria Livraria Sagres de Faro e com o apoio do Município de Alcoutim organizam a Feira do Livro do Natal em Martim Longo, nos dias 26 e 27 de novembro (quarta e quinta-feira), no recinto da Escola Básica Prof. Joaquim Moreira. A Feira estará aberta ao público entre as 10 horas e as 16:30 e destina-se a toda a comunidade educativa.
Feira do Livro do Natal em Alcoutim
As Bibliotecas Escolares do nosso Agrupamento em parceria com a Papelaria Livraria Sagres de Faro e com o apoio do Município de Alcoutim organizam a Feira do Livro do Natal em Alcoutim, no dia 25 de novembro (terça-feira), junto à Casa dos Condes. A Feira estará aberta ao público entre as 10 horas e as 16:30 e destina-se a toda a comunidade educativa.
terça-feira, 11 de novembro de 2025
Camões - Engenho e Arte: Vídeopoema
No âmbito das comemorações do V centenário do nascimento de Camões, a Rede de Bibliotecas do Baixo Guadiana (RBBG), que a Biblioteca Escolar do nosso Agrupamento integra, promove a iniciativa Vídeopoema.
Propõe-se aos alunos que deem vida a um poema de Camões, gravando a leitura desse texto poético e posteriormente integrem esse documento áudio num vídeo.
A realização destes trabalhos contará com o apoio da disciplina de tecnologias da informação e comunicação (TIC).
A lenda de São Martinho
A lenda de São Martinho surgiu no século IV d.C. com a história de Martinho de Tours, um soldado romano que, num dia de outono tempestuoso, percorria o seu caminho montado a cavalo e encontrou um mendigo faminto que estava mal agasalhado, tendo muito frio. Com a espada, Martinho cortou a sua capa ao meio e deu metade ao mendigo que assim se pôde proteger um pouco mais da tempestade. Após este ato de caridade, o cavaleiro continuou o seu caminho e mais à frente encontrou outro mendigo a quem deu a outra metade da capa.
Sem capa, Martinho de Tours prosseguiu o seu caminho exposto ao frio e ao vento. Subitamente, os raios de sol apareceram e afastaram o frio, dando o mau tempo lugar a um dia de sol. Este bom tempo durou três dias e ficou conhecido como o «Verão de São Martinho».
A celebração do Dia de São Martinho ocorre anualmente a 11 de novembro, o dia do funeral de Martinho de Tours, e é associada a costumes como os magustos de castanhas.
Existem provérbios que celebram este Dia como, por exemplo:
No dia de São Martinho, pão, castanhas e vinho.
No São Martinho, vai à adega e prova o teu vinho.
Pelo São Martinho bebe o vinho, deixa a água para o moinho.
No São Martinho todo o mosto é bom vinho.
Também há ladainhas dedicadas a esta efeméride como
Arre burrinho
Para São Martinho
Carregadinho de pão e vinho.
Arre burrinho de Queluz
Carregadinho de luz.
Arre burrinho da Guiné
Carregadinho de café.
Arre da Rinchoa
Carregadinho burrinho de broa.
Arre burrinho, arre burrinho
Sardinha assada com pão e vinho.
terça-feira, 4 de novembro de 2025
Sugestão de leitura sobre prevenção de riscos
A propósito do exercício de prevenção de risco sísmico - «A Terra Treme» -, que se realiza amanhã, a Biblioteca Escolar sugere a leitura e exploração pedagógica em sala de aula, nomeadamente em cidadania e desenvolvimento, do livro Catástrofes e Grandes Desastres da autoria de Ana Maria Magalhães e Isabel Alçada e com ilustrações de Carlos Marques. Trata-se de uma publicação da Associação Portuguesa de Seguradoras (APS), integrada na coleção Seguros e Cidadania.
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