quinta-feira, 29 de janeiro de 2026

Concurso de Criação de Poster | Projeto T.R.A.V.

No âmbito do Projeto T.R.A.V., o Programa de Educação para a Saúde (PES) do Agrupamento, em parceria com a Biblioteca Escolar, lançam o concurso para a criação de um poster de sensibilização sobre a prevenção da reprodução do mosquito-tigre, alertando para a importância de eliminar locais com água acumulada.
Objetivo do poster
Sensibilizar a população para a adoção de comportamentos preventivos, promovendo a eliminação da água parada e, assim, travar a propagação do mosquito-tigre.

Convidam-se os alunos do 3.º Ciclo a criar um poster em formato A3, realizado em PowerPoint, com imagens de espaços ou objetos onde exista possibilidade de reprodução do mosquito-tigre.

O poster deverá incluir:
- Título:  T.R.A.V. – Tapar · Remover · Não acumular · Virar

- Imagens que representem locais de possível reprodução do mosquito, tais como poças de água, pratos de vasos, baldes, pneus, recipientes abandonados ou outros locais onde a água se acumula.

- Um slogan (frase curta e apelativas sobre o assunto em causa no poster) como, por exemplo, «Aqui o mosquito reproduz-se», «Não deixe água parada», «Esvazie semanalmente», «Elimine este foco» e «Vire os recipientes quando não estão em uso».

O panfleto do Departamento de Saúde Pública que neste post partilhamos pode ajudar os concorrentes a reunir a informação cientificamente correta.
Critérios de avaliação: a clareza da mensagem; a correta aplicação do conceito T.R.A.V.; a criatividade e impacto visual; e a organização e legibilidade do poster.

Os trabalhos deverão ser entregues na Biblioteca Escolar até 06 de março de 2026.

terça-feira, 27 de janeiro de 2026

Olimpíadas da Cultura Clássica

As Olimpíadas da Cultura Clássica estão de volta. Trata-se de um concurso dirigido a alunos e alunas do 4.º ao 12.º ano de escolaridade, que tem por objetivo estimular a sua curiosidade e alargar os seus conhecimentos sobre temas de Cultura Clássica, através de desafios que apelam à escrita, à expressão artística e ao domínio de ferramentas digitais.
O curso está organizado em diversos escalões, entre os quais se destacam aqueles que correspondem aos alunos do nosso Agrupamento: Escalão A - alunos do 4.º ano do 1.º ciclo e 2.º ciclo do Ensino Básico; e Escalão B - alunos do 3.º ciclo do Ensino Básico.
Na presente edição, os desafios propostos aos alunos versam os seguintes temas: os alunos do Escalão A podem trabalhar em torno dos temas «Tétis e Peleu» e «Orfeu e Eurídice», ao passo que os alunos que integram o Escalão B podem explorar os temas «Tétis e Peleu», «Orfeu e Eurídice» e «Hebe».
As Olimpíadas da Cultura Clássica incluem desafios de expressão escrita, artes e multimédia. São admitidos trabalhos numa, ou em várias, das seguintes 5 categorias:
1. Recursos digitais (blogues, jogos, bandas desenhadas com uso de apps);
2. Vídeos/ filmes (máximo 5 minutos de duração);
3. Desenho, ilustração, fotografia, bandas desenhadas não digitais;
4. Escultura/ instalação;
5. Escrita (textos narrativos, dramáticos, poéticos, jornalísticos).
Nas categorias Recursos digitais (blogues, jogos, bandas desenhadas com uso de apps), Vídeos/ filmes, Desenho, ilustração, fotografia, bandas desenhadas não digitais e Escultura/ instalação, os trabalhos podem incidir sobre um, ou mais, temas, entre os que são definidos para cada escalão etário.
Na categoria Escrita, os trabalhos são elaborados a partir de um desafio a publicar na página dos Clássicos em Rede, no dia 16 de abril de 2026.
A participação nas categorias Recursos digitais, vídeos e instalações pode ser individual ou em grupos até 4 elementos, no máximo.
A participação na categoria Desenho pode ser individual ou em grupos até 2 elementos, no máximo.
A participação na categoria Escrita é obrigatoriamente individual.
A data-limite para a submissão dos trabalhos, de todas as modalidades, é 16 de abril de 2026.
Os critérios de apreciação dos trabalhos de todas as modalidades são os seguintes: Evidência de conhecimento do(s) tema(s) tratado(s); Criatividade/ originalidade; Correção no uso da língua portuguesa; Respeito pelos direitos de autor; Adequação do trabalho à categoria a que concorre; e Domínio das competências técnicas ou ferramentas requeridas pelo tipo de trabalho realizado.
A todos os alunos desejamos bom trabalho.

quinta-feira, 8 de janeiro de 2026

Esperança e Jacinto

O fundo documental das Bibliotecas Escolares do Agrupamento foi enriquecido com a oferta feita pela Fundação GAPL de seis exemplares da obra Esperança e Jacinto, publicada pela Porto Editora.
Trata-se de uma obra sobre a poupança de energia, com texto de Rita Ferreira e ilustração de Rita Almeida.


Concurso de Leitura do Baixo Guadiana - Fase Escolar


Os alunos do 3.º ao 9.º anos do Agrupamento iniciaram este período a leitura das obras selecionadas para a fase escolar do Concurso de Leitura do Baixo Guadiana, promovido pela Rede de Bibliotecas do Baixo Guadiana e cuja fase final terá este ano lugar em Alcoutim.
Os discentes do 3.º e 4.º anos estão a ler a obra O Gigante Egoísta do escritor irlandês Oscar Wilde.
A obra Os Heróis do 6.º F de António Mota foi selecionada para a competição literária dos alunos do 2.º Ciclo.
Os discentes do 3.º Ciclo encontram-se a ler O Rapaz do Pijama às Riscas da autoria de John Boyne.
A fase escolar do concurso decorrerá no dia 27 de janeiro e a fase final a 28 de abril.
 

terça-feira, 6 de janeiro de 2026

Livro da Histórias da Ajudaris 2025

À semelhança de anos anteriores, as turmas do 1.º Ciclo do Agrupamento de Escolas de Alcoutim participaram no concurso literário Histórias da Ajudaris 2025, promovido pela associação de solidariedade Ajudaris, apresentando cada estabelecimento de ensino do Agrupamento uma história.
À semelhança de anos anteriores, a Associação Ajudaris enviou-nos exemplares do livro em que constam as histórias elaboradas pelas turmas do 1.º Ciclo do nosso Agrupamento.
Os exemplares do livro estão à venda pelo valor de 6 euros e podem ser adquiridos junto do professor bibliotecário do Agrupamento.
Ao adquirir um exemplar, o comprador, além de ter acesso a maravilhosas histórias criadas por alunos e ilustradas por artistas voluntários, está a apoiar as atividades de solidariedade social promovidas pela Associação Ajudaris.



segunda-feira, 5 de janeiro de 2026

Exposição de Biografias de Mulheres

Estão patentes no átrio da Escola Básica Prof. Joaquim Moreira os trabalhos de pesquisa elaborados pelos alunos da turma A do 5.º ano, na disciplina de português, sobre a biografia de algumas mulheres que desempenharam papéis importantes na sociedade a vários níveis.

 

quarta-feira, 10 de dezembro de 2025

Maratona de Cartas 2025 - Justiça para Unecebo Mboneti

Unecebo Mboteni, de três anos, morreu após cair numa latrina no seu Jardim de Infância na África do Sul. Um ano depois, a sua família ainda não tem respostas. Exija que a investigação sobre a morte de Unecebo seja concluída rapidamente, que o resultado seja divulgado publicamente e que os responsáveis sejam levados à justiça.

Qual é o problema?

Nenhum pai ou mãe deveria ter de enterrar o seu filho porque o governo ignorou o seu direito básico à segurança. Em abril de 2024, Unecebo, de três anos, morreu após cair numa latrina no seu Jardim de Infância na África do Sul.

Esta tragédia poderia ter sido evitada. Desde 2018, outras duas crianças morreram após caírem em latrinas na província do Cabo Oriental, na África do Sul. No entanto, a perda destas jovens vidas não foi suficiente para garantir a erradicação de todas as latrinas nas escolas, incluindo Jardins de Infância.

Na África do Sul, a educação – e a segurança – de uma criança ainda depende do local onde nasceu, da sua riqueza e da cor da sua pele. Como disse o pai de Unecebo: «O meu filho morreu numa armadilha mortal criada para pessoas pobres».

Um ano depois, a família não recebeu qualquer comunicação da direção do Jardim de Infância ou do Departamento de Educação Básica sobre se a latrina em que o pequeno Unecebo caiu foi removida, muito menos sobre o andamento da investigação sobre a sua morte. Essa falta de informação é dolorosa e alarmante. Se a latrina ainda estiver em funcionamento, coloca a vida de outras crianças em risco. Em vez de respostas sobre como este trágico incidente aconteceu, a família de Unecebo foi recebida com silêncio – expondo a recusa das autoridades em prestar contas pelo seu fracasso em proteger o direito dele à vida.

Unecebo perdeu a vida num local onde deveria estar seguro. A sua família merece respostas.

O que pode fazer para ajudar?

Assine a petição e exija justiça para Unecebo Mboteni. Exija que a investigação sobre a morte de Unecebo seja rápida, as conclusões tornadas públicas e que os responsáveis respondam na justiça pelos seus atos. Peça ainda que as autoridades da África do Sul assegurem a retirada de todas as latrinas dos jardins de infância do país.

Texto da carta a enviar
Ex.ma Senhora Ministra do Ensino Básico da África do Sul,

Escrevo-lhe para exigir justiça para Unecebo Mboteni. Em abril de 2024, Unecebo, de três anos, morreu após cair numa latrina no seu Jardim de Infância, na província do Cabo Oriental.

Mais de um ano depois, a família ainda não recebeu qualquer informação da creche “Little Champions Day Care Centre” ou do Departamento de Ensino Básico sobre se a latrina em que Unecebo caiu foi removida. Também lhes foi dito que a investigação pode demorar anos a ser concluída.

Exorto-a a garantir que a investigação sobre a morte de Unecebo seja acelerada, que o resultado seja divulgado publicamente e que os responsáveis respondam na justiça pelos seus atos. Peço ainda que assegure a retirada de todas as latrinas dos jardins de infância do país.

Atenciosamente,

Maratona de Cartas 2025 - Liberdade para Sonia Dahmani

Sonia Dahmani é uma advogada que dedicou a sua vida à defesa dos direitos humanos na Tunísia. Atualmente, está presa e enfrenta muitos anos de prisão. O seu crime? Denunciar o racismo e as condições desumanas nas prisões. Assine a petição e exija a sua libertação agora.

Qual é o problema?

Sonia Dahmani é uma advogada e comentadora política em vários meios de comunicação social, que dedicou a sua vida à defesa dos direitos humanos. Sonia defende os marginalizados, dizendo o que outros têm medo de dizer, independentemente do custo. Crítica vocal das condições desumanas nas prisões e do racismo, Sonia aborda regularmente essas questões em programas de televisão e rádio.

A 11 de maio de 2024, polícias mascarados invadiram a Ordem dos Advogados da Tunísia, em Tunes, e prenderam Sonia. Ela foi detida na prisão de Manouba, onde permanece desde então. As autoridades tunisinas condenaram Sonia com base em acusações infundadas de «divulgação de notícias falsas».

Sonia enfrenta muitos anos de prisão por se manifestar contra as injustiças. A sua prisão é uma tentativa clara de silenciá-la. Está detida em condições desumanas. A sua cela, que partilha com outras quatro pessoas, está infestada de ratos e insetos. Para além disso, tem sofrido maus-tratos por parte das autoridades prisionais e está a ser-lhe negada assistência médica adequada, incluindo a medicação de que necessita urgentemente. Desde a sua detenção, Sonia desenvolveu graves problemas de saúde, incluindo diabetes, dores nas costas e nos joelhos, inchaço nas pernas e hipertensão arterial.

Ninguém deve ser preso por se manifestar contra a injustiça.

O que pode fazer para ajudar?

Assine a petição apelando às autoridades tunisinas para que libertem Sonia imediatamente e incondicionalmente.

Texto da carta a enviar
Ex.mo Senhor Presidente da Tunísia,

Sonia Dahmani é uma advogada e comentadora política que dedicou sua vida à defesa dos direitos humanos. A 11 de maio de 2024, foi presa por forças de segurança tunisinas. Sonia foi julgada e condenada por acusações infundadas de “divulgar notícias falsas”, sendo que existem ainda pendentes outras investigações baseadas em motivos políticos. Sonia está detida em condições desumanas e sem acesso a cuidados médicos, incluindo a medicamentos essenciais.

Apelo a Vossa Excelência para que liberte Sonia Dahmani de forma imediata e incondicional, anule as sentenças e retire todas as acusações contra ela, uma vez que está detida apenas por exercer o seu direito à liberdade de expressão.

Com os melhores cumprimentos

Maratona de Cartas 2025 - Defenda o modo de vida tradicional do povo Sámi

O governo norueguês está a tentar introduzir megaprojetos de energia eólica que ameaçam as terras e o modo de vida das comunidades Sámi criadoras de renas. Ellinor Guttorm Utsi está a lutar para garantir que as vozes dos Sámi sejam ouvidas e os seus direitos respeitados, mas o tempo está a esgotar-se. Assine a petição e ajude Ellinor a proteger as suas terras e o seu modo de vida.

Qual é o problema?

Ellinor Guttorm Utsi é uma mulher indígena Sámi e uma líder apaixonada que luta para proteger o modo de vida tradicional de criação de renas da sua comunidade no norte da Noruega. Como porta-voz, ela fala em nome da sua família e do seu povo, que há gerações segue rotas migratórias sazonais pelo Ártico. Eles dependem das pastagens de verão em Čorgaš, terras que agora estão sob ameaça.

Em 2023, foi proposta a instalação de várias centenas de turbinas eólicas em todo o território Sámi, com muitas delas planeadas para serem instaladas diretamente nas pastagens de verão das renas. Estes enormes projetos implicariam a instação de centenas de turbinas, estradas e linhas elétricas que fragmentariam a terra, perturbariam a migração das renas e destruiriam um modo de vida profundamente ligado à natureza.

Apesar da forte oposição de grupos Sámi e organizações ambientais, as autoridades norueguesas estão a apressar as aprovações destes projetos. Ellinor trabalha incansavelmente para garantir que as vozes dos Sámi são ouvidas e os seus direitos respeitados, mas o tempo está a esgotar-se.

O que pode fazer para ajudar?

Assine a petição e exorte a Noruega a ouvir Ellinor e o povo Sámi, e a ajude-os a proteger as suas terras, meios de subsistência e cultura.

Texto da carta a enviar
Caro Primeiro-Ministro da Noruega,

Ellinor Guttorm Utsi é uma líder indígena Sámi que trabalha incansavelmente para proteger o modo de vida tradicional da sua comunidade, baseado na criação de renas, no norte da Noruega. Em 2023, várias centenas de turbinas eólicas foram inesperadamente propostas para serem instaladas diretamente nas suas pastagens de verão em Čorgaš, ameaçando danificar as pastagens, interromper as rotas migratórias e destruir a sua cultura. Apesar da forte oposição, as autoridades estão a acelerar os processos de aprovação.

Exorto-o a proteger os direitos das comunidades Sámi criadoras de renas, garantindo que os projetos de energia eólica que ameaçam as suas terras e modo de vida não avancem sem o consentimento livre, prévio e informado do povo Sámi afetado.

Com os melhores cumprimentos,

Maratona de Cartas 2025 - Proteja a Amazónia equatoriana e quem a defende

As Guerreiras pela Amazónia (Guerreras por la Amazonía) estão a lutar para proteger as suas comunidades das queimas de gás, que estão a causar fumo tóxico e degradação ambiental na Amazónia equatoriana. Assine a petição e exija que o Equador elimine as queimas de gás e proteja os defensores do clima.

Qual é o problema?

Atualmente, as comunidades do norte da Amazónia equatoriana são atormentadas por emissões tóxicas, odores insuportáveis, ruídos incessantes e chamas ofuscantes provenientes das queimas de gás. Utilizadas na extração de petróleo, as queimas de gás são um dos maiores contributos para a crise climática.

As Guerreiras pela Amazónia (Guerreras por la Amazonía) cresceram ao lado do que apelidaram de “monstros de fogo” e estão empenhadas em proteger as suas comunidades contra essas práticas nocivas. As Guerreiras são um grupo de ativistas com idades entre os 10 e os 20 anos e lutam ao lado da União das Pessoas Afetadas pelas Operações Petrolíferas da Texaco (UDAPT) e do coletivo Eliminen los Mecheros, Enciendan la Vida (Removam as Chamas, Acendam a Vida).

Com o apoio da UDAPT, juntaram-se a uma ação judicial contra o Estado equatoriano em 2020 – e venceram. Em 2021, uma decisão histórica exigiu que o governo eliminasse o uso de queimas de gás na floresta. No entanto, até aos dias de hoje, os «monstros de fogo» continuam a arder.

Em vez de serem celebradas pela sua coragem, estas jovens defensoras enfrentam estigma e intimidação violenta. E, em vez de investigarem as ameaças contra elas, as autoridades equatorianas disseram ao grupo que só lhes fornecerão proteção se eles pararem com o seu ativismo.

O que pode fazer para ajudar?

Peça ao Equador para eliminar as queimas de gás e exija que proteja as defensoras do clima.


Texto da carta a enviar
Senhor Presidente do Equador:

Juntamente com a União dos Afetados pelas Operações Petrolíferas da Texaco (UDAPT) e o coletivo “Eliminen los Mecheros, Enciendan la Vida”, as Guerreiras pela Amazónia lutam para erradicar as queimas de gás que provocam gases tóxicos e destroem o meio ambiente das suas comunidades. Em 2021, uma sentença histórica exigiu que o governo eliminasse as queimas de gás, mas, apesar disso, elas continuam a existir.

Estou profundamente preocupado com o estigma e os atos violentos de intimidação que estas jovens defensoras enfrentam. Em vez de investigarem as ameaças contra elas, as autoridades comunicaram ao grupo que só lhes oferecerão proteção se abandonarem o seu ativismo.

Exijo que seja respeitada a sentença que obriga a eliminar as queimas de gás e que seja garantida a segurança de quem defende o clima.

Atenciosamente,

Dia da Declaração Universal dos Direitos do Homem

Dez de dezembro é o Dia da Declaração Universal dos Direitos do Homem. Esta data é assinalada em virtude de no ano de 1948, neste dia, a Organização das Nações Unidas (ONU) ter aprovado a Declaração Universal dos Direitos do Homem, um documento fundamental que surgiu na sequência das atrocidades cometidas durante a Segunda Guerra Mundial, entre 1939 e 1945. Entre as muitas vítimas desta Guerra Mundial contam-se os seis milhões de judeus assassinados pelo regime nazi alemão, acontecimento que ficou conhecido por Holocausto (ou shoá em hebraico, a língua dos judeus).
Deixamos como sugestão de leitura a obra Contos e outros escritos da autoria de Anne Frank (1929-1945), jovem autora judia neerlandesa, morta num campo de concentração alemão, e mundialmente famosa pelo seu Diário.