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quinta-feira, 5 de novembro de 2020

Poema sobre covid-19

Eis um poema escrito pelo aluno Rafael do 2.º Ciclo que nos relembra que o combate à pandemia do COVID 19 cabe a todos nós.

Covid-19

O vírus está no ar 

Se for á rua irei apanhar 

Irei me equipar

Máscara e luvas

Para me preparar 


Aí terei certeza 

Que Covid não irei apanhar 


Estou de quarentena

Só com a antena da televisão 

Com a máscara é difícil respirar 

Mas também não a posso tirar 


Quando esta pandemia acabar

Amigos hei de visitar 

Rir e brincar


Esta criação poética surgiu no âmbito do Clube de Jornalismo da Escola Básica Prof. Joaquim Moreira, dinamizado pela docente Fernanda Rosado, nas tardes de sexta feira.

Sugerimos ainda, aos mais novos, um livro recomendado pela Direção-Geral de Saúde denominado A minha mãe é médica e já tenho saudades dela da autoria de Susana Amorim e Miguel Correia e com ilustrações de Beatriz Braga.

Podem encontrar este livro, assim como outros sobre o mesmo tema, na pasta Covid-19 (Coronavírus) da nossa Biblioteca Escolar de Alcoutim, clicando Aqui.

Ou ainda clicando neste outro link Aqui.

Boas leituras!



sexta-feira, 17 de julho de 2020

Poema de um aluno do 7.º ano

No âmbito do Dia da Criança, os alunos do 7.º ano organizaram na disciplina de português um concurso de criação poética, tendo a turma selecionado a composição poética que consideraram a melhor.

As crianças em 2020

O dia mundial da criança
Iremos celebrar,
Cada um na sua casa
Para podermos festejar.

Agora todos confinadas,
Temos que ficar Isolados,
Para o vírus não se espalhar
E à escola poder regressar.

Na escola muito brincamos
Nos intervalos e nas horas livres,
No resto tempo estudamos
E assim somos felizes.

A nossa casa é o nosso lar,
É o nosso centro de calor,
A família é o pilar
Que nos enche de amor.

Todas as crianças merecem ter
Uma casa para viver,
E nela deve conter
Uma família para os aquecer.

Afonso Gonçalves, 7.º A

quinta-feira, 5 de dezembro de 2019

Natal

As estrelinhas a brilhar
Eas renas a voar
Caem os presentinhos
Para as crianças apanhar.

Descia com o saco
Ao longo da chaminé
Carregado de brinquedos
Vem o Pai Natal pé ante pé!

Este Natal quero partilhar
Paz, brilho e amor!
Ter a família unida
E a alegria compartilhar.

É mesmo um Natal maravilhoso
Com neve a cair
Fazemos anjos e bonecos de neve

Estamo-nos todos a divertir.
Poema de aluno do 6.º ano

#aLeR+ #umaescoladeleituras #leitura

Lembrança

Quem me dera que o Natal
Me deixasse ser criança,
De alegria sem igual
Como tenho na lembrança!

A ovelhinha no curral,
O porquinho de matança,
Um e outro animal
Nos musgos há confiança!
Poema de aluno do 6.º ano

#aLeR+ #umaescoladeleituras #leitura

terça-feira, 8 de outubro de 2019

Poema selecionado pela aluna Marisa Gregório

A aluna Marisa Gregório dedicou-se esta manhã a ler poemas de Manuel Alegre e selecionou o seguinte que considerou especialmente belo:



LUSÍADA EXILADO

Nem batalhas nem paz: obscura guerra.
Dói-me um país neste país que levo.
Sou este povo que a si mesmo se desterra
 meu nome são três sílabas de trevo.

Há nevoeiro em mim. Dentro de Abril Dezembro.
Quem nunca fui é um grito na memória.
E há um naufrágio em mim se de quem fui me lembro
há uma história por contar na minha história.

Trago no rosto a marca do chicote.
Cicatrizes as minhas condecorações.
Nas minhas mãos é que é verdade D. Quixote
trago na boca um verso de Camões.

Sou este camponês que foi ao mar
 lavrou as ondas e mondou a espuma
e andou achando como a vindimar
 terra plantada sobre o vento e a bruma.

Sou este marinheiro que ficou em terra
lavrando a mágoa como se lavrar
não fosse mais do que a perdida guerra
entre o não ser na terra e o ser no mar.

Eu que parti e que fiquei sempre presente
 eu que tudo mandava e nunca fui senhor
 eu que ficando estive sempre ausente
eu que fui marinheiro sendo lavrador.

Eu que fiz Portugal e que o perdi
em cada porto onde plantei o meu sinal.
Eu que fui descobrir e nunca descobri
que o porto por achar ficava em Portugal.

Eu que matei roubei eu que não minto
se vos disser que fui pirata e fui ladrão.
Eu que fui como Fernão Mendes Pinto
o diabo e o deus da minha peregrinação.

Eu que só tive restos e migalhas
e vi cobiça onde diziam haver fé.
Eu que reguei de sangue os campos das batalhas
onde morria sem saber porquê.

Eu que fiz tudo e nunca tive nada
eu que trago nas mãos o meu país
 eu que sou esta árvore arrancada
 este lusíada sem pátria em Paris.

segunda-feira, 30 de setembro de 2019

Poema pelo Ambiente


Florestas devastadas
Ambiente poluído
Os animais acabando
A poeira existindo
Só vejo poluição 
Cada vez que olho no chão 
Vamos limpar as ruas 
Ter mais consideração 
O homem criou tudo 
Ainda podemos tornar melhor
Fazer a reciclagem 
Para o mundo não perder a cor


Poema de Lucas Mateus

Poema pelo Ambiente - 33


O mundo está em poluição
Que horrível sensação
O mundo está a sofrer
Animais a morrer.

Temos de salvar
É simples parar
Para não prejudicar
E ajudar…

Poluição não é boa sensação
Ajudar o mundo é a salvação
Para continuar
A disfrutar deste lugar.


Poema de Rodrigo Carrusca



Fotografia de Jorge Pacheco

Poema pelo Ambiente - 32


Nós, seres humanos,
    estamos na natureza 
    para aniquilar 
    o progresso dos animais;

    Os seres humanos 
    Estão lá para proteger
    O meio ambiente 
    E para ajudar a conservar a natureza;

    O meio ambiente 
    É muito importante 
    Para os seres vivos 
    E para a sua sobrevivência.


Poema de Rodrigo Rosa, a partir de texto de Chico Xavier


Fotografia de Ana André

Poema pelo Ambiente - 31


Ambiente

Vamos cuidar
Da mãe natureza
Preservando a vida
Do nosso planeta


Não desperdicem água
Para não faltar
Separe todo lixo
Para reciclar

Não destruam as matas
Árvores e flores
Que enfeitam o mundo
Com as suas cores.

  Poema de Leila Maria Grillo, selecionado por Tiago Mestre


Fotografia de Jorge Pacheco

Poema pelo Ambiente - 30


Hoje vim falar-vos
Sobre o que fazemos
Ao planeta e pedir-vos
Ajuda.

Cada vez há mais animais
A morrer por causa
Do plástico e que tal fazerem uma coisa
Para sempre chamada pausa.

Para que é que serve
O dióxido de carbono
Que sai das fábricas
Para destruir a camada de ozono.

Com isto vos digo
Tu podes mudar o mundo
Nós podemos mudar o planeta
Juntos fazem um novo mundo.

Poema de Mariana Guerreiro


Fotografia de Jorge Pacheco

Poema pelo Ambiente - 29

O AMBIENTE

O ambiente é bestial
Mas estamos a perdê-lo
Com lixo letal
E não lhe damos apelo.

Os pássaros não cantam
As árvores a arder
Os animais já não encantam
E o humano não quer saber.

Temos de ser responsáveis
Assumir as nossas ações
Ajudar os animais amáveis
E encher os nossos corações. 

O ambiente está quase acabado
Só tu o podes prevenir
Espero que gostem deste poema alado
E o ambiente não vamos destruir.

Poema de Rafael Pereira


Fotografia de Jorge Pacheco

Poema pelo Ambiente - 28


POEMA SOBRE O AMBIENTE

Todos postam e repostam
Todos falam e apostam
Mas o planeta está a morrer
E ninguém o vem socorrer

Jogam lixo no chão
Mas não vos faz comichão
O nosso rio está poluído
E ninguém faz o que é devido

Planetas são oito
E num deles eu habito
Depois quando já não houver volta a dar
Não venhas cá chorar

Quando este se for
Não há mais nenhum
Ficará muito calor
(–)

A nossa barragem está vazia
Se tivesse como eu queria…
Desliga a água quando não precisas
Poupas mais

Preserva bem a natureza
Porque é uma grande riqueza
Dá-te aquilo que necessitas
(–)

Poema de Margarida Guerreiro



Fotografia de Jorge Pacheco

Poema pelo Ambiente - 27

O nosso  planeta precisa de nós
Já não temos escolha
É agora ou nunca
Precisamos mudar.

O nosso planeta precisa de nós
Assim como nós precisamos dele
Não há mais nenhum que nos acolha
A nossa vida depende dele.

O nosso planeta precisa de nós
Chega de deixar para depois
Se não o salvarmos agora
Iremos morrer depois.

O nosso planeta precisa de nós
Porque precisa ser salvo
Chega de poluição e maus tratos
Vamos todos ficar sã e salvos.


Poema de Luana Lopes





Fotografia de Brígida Mariano





Poema pelo Ambiente - 26

Aquecimento global

                              O nosso mundo estamos a matar
                              Com o aquecimento global estamo-lo a magoar
                              Por isso vamos, por favor, parar
                              Para um novo planeta não termos de procurar

                              Com os incêndios florestais estamo-lo a destruir
                              E o nível de oxigénio estamos a diminuir
                              Por isso vamos, por favor, parar
                              Para o planeta reconstruir

                              Com plástico estamos a poluir
                              E a nossa evolução não estamos a permitir
                              Por isso vamos, por favor, parar
                              Para a nossa espécie não se extinguir

                                                                                                              Poema de Maria Iria




Fotografia de Brígida Mariano

Poema pelo Ambiente - 24


O planeta

O planeta está em perigo
por isso conto contigo.

Reduzir o plástico,
o uso do petróleo
andar de bicicleta,
em vez de carro a gasóleo.

Muitas espécies já se extinguiram.
Vamos a tendência parar
Trabalhando em conjunto
Seus habitats preservar.

Poema de Henrique Palma




Fotografia de Brígida Mariano


Poema pelo Ambiente - 23


TERRA

As aves não voam
Os peixes não nadam
Os pássaros não cantam
As pessoas não se amam.

Tudo isso por culpa do Homem e a sua maldade
Tudo por culpa do Homem e a sua falta de caridade.

As nossas matas desmatadas
As nossas florestas devastadas
Nossos animais em extinção
Nosso medo da poluição.

Barragens com falta de água,
Deixam preocupação
Não sei por que cargas d'água
Ninguém faz nada pela poluição.

Reduzir, reutilizar e reciclar
Faço isto todos os dias
Penso que sou uma pessoa exemplar
Sem dar escorregadias.

Poema de Laura Gonçalves, inspirado no poema «Poesia: Amazónia» de Magno Oliveira





Fotografia de Brígida Mariano



Poema pelo Ambiente - 22


Poema sobre as questões ambientais

A poluição ambiental faz-nos mal
temos de parar de nos prejudicar
senão vamo-nos dar mal

Vamos parar de nos matar
Pois isto vai acabar mal

Temos de limpar
para a terra e o ambiente purificar

Poema de Henrique Gomes



Fotografia de Lurdes Gonçalves

Poema pelo Ambiente - 21

A natureza

No rio, jamais haverá peixe.
No céu, jamais voarão pássaros.
Sem peixe, jamais haveremos de comer.
Sem pássaros, jamais haveremos de ouvir o seu belo cantar.

Tudo isto é culpa do ser humano,
Tudo pela sua crueldade para com o ambiente.

Nós, seres humanos, temos a obrigação
De ajudar a natureza e não de prejudicá-la.

Sim, o oceano já foi limpo,
Mas agora já nem o fundo se vê.
Se nós não cuidarmos do planeta,
Quem um dia o vai fazer?


Poema de Iara Silva



Fotografia de Lurdes Gonçalves

Poema pelo Ambiente - 20


Meio Ambiente

O meio ambiente é muito importante
Sem ele não teremos vida
Pois tratar dele é muito relevante
Para manter esta terra querida
A água um dos seus componentes
Como bem essencial
Deve ser sempre poupada
Ou então acabamos mal
Do ar que respiramos
Muito havia de dizer
Pois esta muito poluído
E sem ele não podemos viver


Poema de Filipa Figueira



Fotografia de Lurdes Gonçalves

Poema pelo Ambiente - 19


Preservar o Ambiente
                                               
                                               
Vamos preservar o ambiente
E mais árvores plantar
Só pensam em grandes hotéis
Onde se vão instalar
                                              
Destroem árvores
Para construções fazer
Não pensam no ambiente
Que assim irá morrer

Fazer a reciclagem
Para o ambiente melhorar
Pois por este andar
O planeta Terra irá acabar

Quando dermos por nós
Não haverá nada a fazer
Neste mundo tão poluído
Onde não pensam ou nem querem saber

                                                           Poema de Francisco Costa



Fotografia de Lurdes Gonçalves