quinta-feira, 4 de junho de 2020

Documentário sobre Educação

Partilhamos com os nossos leitores um documentário interessante sobre educação: La educação prohibida.
Neste documentário aborda-se a questão do que é a educação: a educação existente e a forma como essa educação responde ou não às exigências da sociedade.

#aLer+ #umaescoladeleituras

quarta-feira, 3 de junho de 2020

Ser criança é... isto!!!

A turma E do Primeiro Ciclo produziu o seguinte vídeo para assinalar o Dia da Criança e desejou partilhar esta surpresa com todos.
Esperamos que gostem.

#aLeR+ #umaescoladeleituras

Direitos da Criança

A Direção-Geral de Saúde divulgou este interessante vídeo sobre os Direitos da Criança. 
Os vídeos chama a atenção para uma série de direitos das crianças no âmbito da saúde.
Esperamos que gostem!!!


#aLeR+ #umaescoladeleituras

Leitura de Os Direitos da Criança

O aluno R. da turma E do Primeiro Ciclo do nosso Agrupamento produziu, com a ajuda da família, este vídeo em que nos oferece a leitura do poema «Os Direitos da Criança» da autoria de Ruth Rocha.

Os Direitos da Criança


Toda a criança no mundo
Deve ser bem protegida
Contra os rigores do tempo
Contra os rigores da vida. 

Criança tem que ter nome
Criança tem que ter lar
Ter saúde e não ter fome
Ter segurança e estudar.

Não é questão de querer
Nem questão de concordar
Os direitos das crianças
Todos têm de respeitar.


Tem direito à atenção
Direito de não ter medos
Direito a livros e a pão
Direito de ter brinquedos.

Mas criança também tem
O direito de sorrir.
Correr na beira do mar,
Ter lápis de colorir…

Ver uma estrela cadente,
Filme que tenha robô,
Ganhar um lindo presente, 
Ouvir histórias do avô.

Descer do escorrega
Fazer bolhinhas de sabão,
Sorvete, se faz calor,
Brincar de adivinhação.

Lamber fundo da panela
Ser tratada com afeição
Ser alegre e tagarela
Poder também dizer não!

                                        Ruth Rocha

#aLeR+ #umaescoladeleituras

segunda-feira, 1 de junho de 2020

Dia da Criança: o vídeo criado pelos alunos do 3.º Ciclo

Os alunos das turmas do 3.º Ciclo do Agrupamento criaram no âmbito da disciplina de cidadania e desenvolvimento este vídeo para assinalar o Dia da Criança que hoje se assinala.
O ponto de partida foi a leitura da Declaração dos Direitos da Criança, tendo a partir daí cada aluno destacado um princípio que considera muito importante.

 

#aLeR mais #umaescoladeleituras

Declaração dos Direitos da Criança

A Declaração dos Direitos da Criança foi proclamada pela Resolução da Assembleia Geral das Nações Unidas n.º 1386 (XIV), de 20 de Novembro de 1959


Preâmbulo
Considerando que os povos das Nações Unidas reafirmaram, na Carta, a sua fé nos direitos fundamentais, na dignidade do homem e no valor da pessoa humana e que resolveram favorecer o progresso social e instaurar melhores condições de vida numa liberdade mais ampla;


Considerando que as Nações Unidas, na Declaração dos Direitos do Homem, proclamaram que todos gozam dos direitos e liberdades nela estabelecidas, sem discriminação alguma, de raça, cor, sexo, língua, religião, opinião política ou outra, origem nacional ou social, fortuna ou outra situação;

Considerando que a criança, por motivo da sua falta de maturidade física e intelectual, tem necessidade uma protecção e cuidados especiais, nomeadamente de protecção jurídica adequada, tanto antes como depois do nascimento;

Considerando que a necessidade de tal protecção foi proclamada na Declaração de Genebra dos Direitos da Criança de 1924 e reconhecida na Declaração Universal dos Direitos do Homem e nos estatutos de organismos especializados e organizações internacionais preocupadas com o bem-estar das crianças;

Considerando que a Humanidade deve à criança o melhor que tem para dar, 

A Assembleia Geral
Proclama esta Declaração dos Direitos da Criança com vista a uma infância feliz e ao gozo, para bem da criança e da sociedade, dos direitos e liberdades aqui estabelecidos e com vista a chamar a atenção dos pais, enquanto homens e mulheres, das organizações voluntárias, autoridades locais e Governos nacionais, para o reconhecimento dos direitos e para a necessidade de se empenharem na respectiva aplicação através de medidas legislativas ou outras progressivamente tomadas de acordo com os seguintes princípios:


Princípio 1.º
A criança gozará dos direitos enunciados nesta Declaração. Estes direitos serão
reconhecidos a todas as crianças sem discriminação alguma, independentemente de
qualquer consideração de raça, cor, sexo, idioma, religião, opinião política ou outra da
criança, ou da sua família, da sua origem nacional ou social, fortuna, nascimento ou de qualquer outra situação.


Princípio 2.º
A criança gozará de uma protecção especial e beneficiará de oportunidades e serviços dispensados pela lei e outros meios, para que possa desenvolver-se física, intelectual, moral, espiritual e socialmente de forma saudável e normal, assim como em condições de  liberdade e dignidade. Ao promulgar leis com este fim, a consideração fundamental a que se atenderá será o interesse superior da criança.


Princípio 3.º
A criança tem direito desde o nascimento a um nome e a uma nacionalidade.


Princípio 4.º
A criança deve beneficiar da segurança social. Tem direito a crescer e a desenvolver-se com boa saúde; para este fim, deverão proporcionar-se quer à criança quer à sua mãe cuidados especiais, designadamente, tratamento pré e pós-natal. A criança tem direito a uma adequada alimentação, habitação, recreio e cuidados médicos.


Princípio 5.º
A criança mental e fisicamente deficiente ou que sofra de alguma diminuição social, deve beneficiar de tratamento, da educação e dos cuidados especiais requeridos pela sua particular condição.


Princípio 6.º
A criança precisa de amor e compreensão para o pleno e harmonioso desenvolvimento da sua personalidade. Na medida do possível, deverá crescer com os cuidados e sob a responsabilidade dos seus pais e, em qualquer caso, num ambiente de afecto e segurança moral e material; salvo em circunstâncias excepcionais, a criança de tenra idade não deve ser separada da sua mãe. A sociedade e as autoridades públicas têm o dever de cuidar especialmente das crianças sem família e das que careçam de meios de subsistência. Para a manutenção dos filhos de famílias numerosas é conveniente a atribuição de subsídios estatais ou outra assistência.


Princípio 7.º
A criança tem direito à educação, que deve ser gratuita e obrigatória, pelo menos nos
graus elementares. Deve ser-lhe ministrada uma educação que promova a sua cultura e lhe permita, em condições de igualdade de oportunidades, desenvolver as suas  aptidões mentais, o seu sentido de responsabilidade moral e social e tornar-se um membro útil à sociedade.
O interesse superior da criança deve ser o princípio directivo de quem tem a
responsabilidade da sua educação e orientação, responsabilidade essa que cabe, em
primeiro lugar, aos seus pais.
A criança deve ter plena oportunidade para brincar e para se dedicar a actividades
recreativas, que devem ser orientados para os mesmos objectivos da educação; a
sociedade e as autoridades públicas deverão esforçar-se por promover o gozo destes
direitos.


Princípio 8.º
A criança deve, em todas as circunstâncias, ser das primeiras a beneficiar de protecção e socorro.


Princípio 9.º 
A criança deve ser protegida contra todas as formas de abandono, crueldade e exploração, e não deverá ser objecto de qualquer tipo de tráfico. A criança não deverá ser admitida ao emprego antes de uma idade mínima adequada, e em caso algum será permitido que se dedique a uma ocupação ou emprego que possa prejudicar a sua saúde e impedir o seu desenvolvimento físico, mental e moral.


Princípio 10.º
A criança deve ser protegida contra as práticas que possam fomentar a discriminação
racial, religiosa ou de qualquer outra natureza. Deve ser educada num espírito de
compreensão, tolerância, amizade entre os povos, paz e fraternidade universal, e com plena consciência de que deve devotar as suas energias e aptidões ao serviço dos seus semelhantes.

História do Dia da Criança

1 de junho é o Dia da Criança, uma data comemorativa celebrada anualmente em homenagem às crianças.
Em 1925, durante a Conferência Mundial para o Bem-estar da Criança, realizada em Genebra, na Suíça, foi proclamado o Dia Internacional da Criança, sendo celebrado desde então a 1 de junho em vários países.
Por seu turno, a Organização das Nações Unidas (ONU) reconhece o dia 20 de novembro como o Dia Mundial da Criança, por ser a data em que foi aprovada a Declaração Universal dos Direitos da Criança, em 1959, assim como a Convenção dos Direitos da Criança, em 1989.
Deste modo, o dia da criança é assinalado em datas diferentes, consoante os países.

domingo, 31 de maio de 2020

Visionamento do trailer do filme «Gorilas na Bruma»

No dia dezassete de outubro, realizou-se mais uma atividade aLeR+, enquadrada na Ação 1 do projeto. Tratou-se do visionamento do trailer do filme «Gorilas na Bruma» na aula de francês, seguido de reflexão sobre as sequências visionadas.
Após o visionamento, a turma identificou dez espécies de animais em vias de extinção.

Um filme que vale a pena ver e rever.

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sexta-feira, 29 de maio de 2020

Livros vencedores dos Miúdos a Votos

Os livros vencedores do concurso Miúdos a Votos foram anunciados no dia 27 de maio, na festa final desta iniciativa.
No 1.º Ciclo, a obra vencedora foi Gravity Falls - Diário 3, seguida de O Principezinho e O Cuquedo.
Quanto ao 2.º Ciclo, a obra mais votada foi também Gravity Falls - Diário 3, seguida de Avozinha Gangster e de Ulisses.
No que respeita ao 3.º Ciclo, O Diário de Anne Frank foi a obra vencedora, tendo ficado em segundo lugar O Rapaz do Pijama às Riscas e em terceiro lugar After - Depois de o Conhecer.
Por último, no Ensino Secundário, a obra mais votada foi After - Depois de o Conhecer, seguida de Harry Potter e a Pedra Filosofal e de A Culpa é das Estrelas.

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quarta-feira, 27 de maio de 2020

Conto «O Anúncio» de Nasrudin Hodja

Certa vez, Nasrudin estava na praça do mercado conversando com pessoas e, em determinado momento, ele anunciou:
– Amigos deste lugar!
Querem conhecimento sem dificuldade, verdade sem falsidade, realização sem esforço e progresso sem sacrifício?
Logo, uma multidão em sua volta gritou:
– Queremos, queremos!
Então, Nasrudin disse:
– Eu também. Podem confiar em mim, contar-vos-ei tudo a respeito… caso algum dia eu descubra algo assim.

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É Hoje!!! É Hoje!!! Final de Miúdos a Votos

Hoje, quarta feira, dia 27 de maio, realiza-se a partir das 18 horas a festa final do «Miúdos a Votos», concurso no qual a Escola Básica Prof. Joaquim Moreira participou através das campanhas eleitorais levadas a cabo pelas turma do 5.º e do 8.º anos.
A festa será transmitida em direto através do site da revista Visão Junior, em www.visaojunior.pt , assim como nas redes sociais.
Após uma intensa campanha eleitoral, as eleições tiveram lugar no dia 21 de abril, através de votação online, em virtude do confinamento imposto pela pandemia do Covid-19.
Agora chega o momento de conhecermos os vencedores.
Aponta na tua agenda: 27 de maio, a partir das 18 horas.


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terça-feira, 26 de maio de 2020

A recriação do mito de Aracne

O meu nome é Aracne, fui transformada por Atena numa aranha e não sei muito bem o que fazer com a minha nova vida. Após ela me transformar, conheci outra aranha que me tentou explicar, mais ou menos, o que eu devia fazer.
Essa aranha explicou-me que eu devia tecer teias e tentar apanhar insetos, para me alimentar, mas eu não gostei muito da ideia. Pensei durante uns minutos naquilo que ela me disse e tomei uma decisão final. Essa decisão consistiu em não ir caçar insetos, não ir matar nada nem ninguém. Então, depois desta decisão tomada, lembrei-me de que tinha um pai, mesmo tendo sido transformada numa aranha, o meu pai continuava a ser um humano.
Na esperança de ajuda, fui na direção da minha antiga casa. No meio do caminho vi vários humanos e, muitos dos que vi, tentaram matar-me. De início não percebi o porquê de tanta agressividade, mas depois lembrei-me que as aranhas não eram muito bem vistas por inúmeros humanos. Horrorizada com tudo aquilo, fui o mais depressa possível para casa.
Após aquelas, quase bem sucedidas, tentativas de homicídio, cheguei à minha antiga casa, mas estava vazia. Naquele instante, pensei se o meu pai teria tirado a própria vida por causa de eu me ter transformado numa aranha, mas depois subi à janela e vi-o a vir na direção da casa e foi um alívio enorme.
Enquanto ele vinha, estive a pensar numa maneira de me comunicar com ele e, de imediato, comecei a tecer uma teia gigantesta e tão rapidamente com tudo o que lhe tinha para dizer.
Segundos após eu ter acabado a teia, ele entrou em casa. O meu pai trazia vários alimentos com ele e, quando viu a teia, tudo foi parar ao chão.
Ele leu o que estava escrito e emocionou-se. Começou a procurar-me e, quando finalmente me achou, ele disse-me que traria comida todos os dias e que eu poderia ficar a viver com ele para sempre.
E com esta transformação em aranha, apercebi-me que podemos ser qualquer coisa no cosmos, mas os nossos pais sempre nos amarão.
Texto elaborado por Edgar Rodrigues
#aLeR+ #umaescoladeleituras