segunda-feira, 30 de setembro de 2019

Poema pelo Ambiente - 8


A atmosfera está a mudar
e nós ficamos sem ar.
Num lado o gelo a derreter,
e noutro tudo a arder.

O oceano está cheio de lixo
e quem sofre é o pobre do bicho.
Cada vez há mais poluiçao,
e as pessoas com doenças de respiraçao.

Na nossa zona não quer chover
os animais sem comer,
as pessoas sem beber
isso é de pensar e tremer.

Alguma coisa tem que mudar
o lixo a separar,
a reciclagem a fazer
para podermos sobreviver.


Poema de André Palma

Poema pelo Ambiente - 7


O nosso  planeta precisa de nós
Já não temos escolha
É agora ou nunca
Precisamos mudar.

O nosso planeta precisa de nós
Assim como nós precisamos dele
Não há mais nenhum que nos acolha
A nossa vida depende dele.

O nosso planeta precisa de nós
Chega de deixar para depois
Se não o salvarmos agora
Iremos morrer depois.

O nosso planeta precisa de nós
Porque precisa ser salvo
Chega de poluição e maus tratos
Vamos todos ficar sã e salvos.


Poema de Luana Lopes

Poema pelo Ambiente - 6


Reciclar

Se o planeta queremos preservar
Nós temos de reciclar
As árvores parar de cortar
E o lixo não ir para o mar.

Para reciclar
Este movimento vai ter de avançar
E aprender a colocar
Cada um no seu lugar
Vidro no verdinho
Papel no azulinho
E plástico no amarelinho.

Poema de Filipe Martins

Poema pelo Ambiente - 5

Meio Ambiente

O ser humano tem vindo a destruir o seu planeta,
Apenas pensando no que pode vir a possuir,
E não se importando como o consegue,
Nem o que destrói à sua volta para o conseguir.

Um planeta perfeito,
Cheio de criaturas e florestas belas.
Mas chegou o ser humano,
Para se desfazer delas.

Os nossos rios já não são o que eram,
As nossas paisagens também não,
Por acaso alguma vez pensaram,
No que os vossos filhos e netos verão?

Destruição e poluição,
Animais de todo o tipo em extinção,
Tanta coisa que não deveriam ver,
Mas não foi deles a decisão.

Comece a fazer a sua parte,
Reciclando o máximo que puder,
Pois se todos contribuírem para o propósito,
O nosso mundo poderá viver.


Poema de Edgar Rodrigues

Poema pelo Ambiente - 4


A Poluição

Se continuares a poluir
Vais acabar com o planeta terra,
Com os animais e a terra
Onde tu semeias e cultivas
O que comes.
Não vais querer estar num planeta assim,
Porque o ar que tu respiras
Vem das plantas e árvores,
E se elas morrem, tu morres com elas.
E água que tu bebes também fica poluída,
Com os ácidos da chuva causados pelas chaminés das fábricas.
Já viste o que o ser humano faz?
Por isso, ajuda o meio ambiente e não sejas mau.

Poema de Diogo Nunes

sexta-feira, 27 de setembro de 2019

Poema pelo Ambiente - 3


O meio ambiente

É dever do homem
manter o meio ambiente limpo
fazendo a sua parte
Reciclando todos os dias com arte.

Pois é muito importante
todos termos essa consciência
pensando em seus filhos e netos
para mantermos a sobrevivência.

Reduzindo, reutilizando e reciclando
É fundamental para o meio ambiente
Pois ainda é tempo de mudar!
Poema de João Gonçalves



Fotografia de Jorge Pacheco

Poema pelo Ambiente - 2


O Meio Ambiente

Chora a Terra de tristeza
Com tanta desumanidade
O homem destrói a natureza
Com a sua maldade

Os mares estão poluídos
Os peixes a morrer
Os pinhais destruídos
E a natureza a sofrer

Está na hora de parar
O homem tem que pensar
Para a terra não chorar
Vamos todos colaborar

Parar com a poluição
Para vivermos o suficiente
Devemos todos olhar
Pelo nosso meio-ambiente.
Poema de Sara Melo



Fotografia de Ana André

Greve Climática Global

O Agrupamento de Escolas de Alcoutim associou-se à mobilização global pelo clima, levada a cabo a nível planetário, na semana entre 20 e 27 de setembro, realizando uma manifestação na vila de Alcoutim, na sexta feira, dia 27 de setembro, na qual participaram alunos, professores, assistentes administrativos e operacionais. Outras entidades locais aceitaram o repto do Agrupamento e uniram-se ao protesto.
A Biblioteca Escolar do Agrupamento participou nesta iniciativa, convidando os alunos a criarem textos poéticos sobre a temáticos. Três dos poemas foram lidos pelos seus autores na fase final da manifestação. Nos próximos posts publicaremos as três dezenas de poemas recebidos.


Fotografia de Ana André

Poema pelo Ambiente - 1


Arco-íris daltónico

Eu gosto do campo florido
De ver as folhas a voar, no Outono
De sentir o calor do sol, na pele
De ver a água transparente e límpida
Do voo das aves
Da chuva a cair
Do canto dos pássaros
Eu gosto de observar o céu estrelado
Eu gosto… e de certeza que as próximas gerações também gostariam

Poema de Catarina Palma Gonçalves

Fotografia de Jorge Pacheco

terça-feira, 23 de outubro de 2018

A escassez de água

Os alunos do quinto ano exploraram na aula de ciências naturais um vídeo sobre a escassez de água, a propósito da unidade temática«A sustentabilidade da água». Os alunos ouviram e refletiram sobre a escassez de água a nível regional, nacional e global, bem como acerca da necessidade urgente de poupar água e formas de o fazer no quotidiano.

O vídeo está disponível no seguinte link:

https://www.rtp.pt/noticias/pais/agua-comeca-a-escassear-nos-furos-da-serra-algarvia_a1060445 

Guernica

A turma do nono ano realizou na aula de história uma exploração do quadro «Guernica» do pintor espanhol Pablo Picasso.


Diário de uma aventura na ilha

Eis o texto narrativo escrito pelo aluno R. da turma do sexto ano para o concurso literário «Uma aventura literária ... 2018» e que foi distinguido com uma menção honrosa:

Diário de uma aventura na ilha

Dia 1: Não sei que ilha é esta! A estas horas já era para estar em Miami com o Pedro. Será que existe mais alguém nesta ilha sem ser nós os dois?
O meu avião caiu e não tenho comida, nem água, o que vou fazer?
O melhor é encontrar um abrigo e descansar.

Dia 2: Como é que isto nos foi acontecer, estávamos tão bem a voar, o que terá acontecido no avião?
Por sorte há imensos coqueiros à nossa volta. De fome já não morremos! EHEHEH! Apesar de levarmos algum tempo até descobrirmos como se abriam os cocos.

Dia 3: (De manhã) Temos que explorar esta terra desabitada, pode ser que encontremos um abrigo!
(De tarde) Depois de explorarmos encontrámos uma caverna desabitada! Uma boa casa para começar a nossa aventura!

Dia 4: Hoje a sorte bateu-nos à porta, encontrámos uma colónia de yuccas (para alguns ignorantes, yucca é a árvore de onde extraímos folhas para fazer cordas).
Só já precisamos de qualquer coisa para cortar os troncos de madeira. Necessitamos de fazer uma jangada para podermos sair desta maldita ilha.

Dia 5: Estamos a ter imensa sorte, encontrámos alguns blocos rochosos parecidíssimos com ferro, ótimos para fazer um machado ou qualquer coisa do tipo. Com a ajuda do Pedro fiz um machado para cada um, para podermos trabalhar mais rápido e não permanecermos neste inferno por mais tempo. Mas, entretanto, só ainda fizemos uma fogueira!
(…)

Dia 10: Este é apenas o décimo dia nesta ilha e já me fartei de cocos! Quero urgentemente comer outra coisa! Tenho de fazer uma cana de pesca para apanhar peixe. Parece que no triângulo das bermudas só existem cocos.
(Nota: Não esquecer de avisar, amanhã, o Pedro para fazer uma cana de pesca).

Dia 11: Fomos explorar mais, pois a ilha é gigante! Encontrámos um leme e um galão de gasolina! Que estranho! Temos de explorar mais aquele local, já que tempo é o que não nos falta!
(…)

Dia 14: Provavelmente, não somos a única pessoa nesta maldita ilha, hoje encontrámos uma placa onde estava escrito: “NÃO CONFIEM NOS VOSSOS OLHOS” e ao lado dessa placa havia alguns ossos que nós achamos que pertencem a um esqueleto humano!
Vamos ter de começar a dormir de olhos abertos.
(…)

Dia 19: Há alguns dias atrás encontrámos uma placa estranha e achámos que tivesse sido algum louco a escrever aquilo, mas logo depois avistámos ao longe algumas pessoas e lembrámo-nos do que tínhamos lido e regressámos rapidamente à caverna.
(…)

Dia 23: Tentámos comunicar com aquele povo indígena, mas nada resultou! Ao nos aproximarmos percebemos que eram criaturas que nunca tínhamos visto! Monstros horrendos que nunca ninguém imaginou. Têm corpo humano, não têm olhos e têm uma boca repleta de dentes bastante afiados que ocupa a cara inteira. Aí percebemos para que servia a placa e regressámos para o nosso abrigo, cheios de medo.

Dia 24: Encontrámos outra caverna, muito mais espaçosa, mas logo percebemos que poderia ser o lar de alguma daquelas criaturas. Com medo de encontrarmos alguma nem nos atrevemos a entrar lá.

Dia 25: Presumimos que aquelas criaturas têm medo do fogo, porque nunca se atreveram a entrar no nosso no abrigo.
(…)

Dia 32: Agora temos coragem de ir à caverna! Começámos a a explorá-la e encontrámos algumas notas a dizer:
“- Finalmente todo o nosso trabalho recompensou, dias, meses, anos… 
- Finalmente deu resultado.
Quando acabámos de ler a nota ouvimos um grito e fugimos de lá o mais rápido possível, regressando ao nosso lugar seguro.
(…)

Dia 41: Hoje foi o aniversário do Pedro! Enquanto ele estava a dormir fui tentar fazer-lhe uma surpresa. Enchi uma cesta de frutas e ofereci-lha.
Ainda de manhã fomos os dois dar um passeio e depois continuámos a construir um barco para podermos sair daqui. Ao longe vimos uma pessoa a tossir e a transformar-se numa daquelas criaturas!
- Temos rapidamente de acabar o barco e sair daqui.
(…)

Dia ???: Fomos à caverna mais uma vez!
- Não podemos acreditar no que os nossos olhos estão vendo! Centenas e centenas de corpos, meio pessoa, meio criatura e um monte de computadores partidos ao lado. Apenas um funcionava, sempre a repetir a mesma gravação, sem parar:
“- Depois de vários anos descobrimos a cura do cancro! Muitos destes frascos têm uma substância chamada de C.R.U.E.L, que limpa todas as más substâncias do corpo. Eu agora vou … (som de vidros a partirem)… Aaaaaaah (pessoas agonizando) ... mas o que se passa, estou-me a transformar? Se alguém conseguir ouvir esta gravação, toda a informação foi comprometida cliquem no botão de autodestruição da ilha…”.
Assim que ouvimos aquilo percebemos tudo, a ilha era afinal um centro de investigação secreto no meio do triângulo das bermudas. Ao pressionar no botão logo apareceram duas cápsulas de fuga que por coincidência ou não, iriam levar-nos até Miami. Conseguimos escapar antes da explosão da ilha.

SE ALGUÉM ENCONTRAR ESTE DIÁRIO LEIA-O COM MUITA ATENÇÃO E AVISEM TODOS OS QUE PUDEREM PARA QUE NUNCA MAIS NINGUÉM VOLTE AO TRIÂNGULO DAS BERMUDAS OU COMO EU GOSTO DE O CHAMAR, O TRIÂNGULO AMALDIÇOADO.